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SEX SHOP: HISTÓRIAS DE LIBERDADE E INSPIRAÇÃO

DA INVENÇÃO À REINVENÇÃO, ENTENDA POR QUE AS SEX SHOPS VÃO MUITO ALÉM DO “SEX” E DO “SHOP”

O assunto já foi tema de inúmeras matérias, filmes, livros, documentários e workshops, entre outros. Tornou-se comum também vir à tona em conversas, de família ou amigos, em casa, no trabalho e até em mesa de bar. O tabu, no entanto, continua. Por que será? Mais que contar a história do sex shop, vamos tentar entender por que nosso país – “tão tropical e bonito por natureza, que beleza” – ainda é um dos mais “tímidos” do planeta no quesito produtos eróticos

Começando pelo começo

Beate Uhse em foto de 1971

A primeira sexshop de que se tem notícia surgiu em Freiburg, na Alemanha, em 1962. Sua proprietária era uma mulher, empreendedora e visionária, que anos antes já havia dado sinais do quão à frente estava do seu tempo (e vocês verão que não foi por acaso). Beate Uhse nasceu em 1919, na antiga Prússia, e teve como referência materna uma das cinco primeiras mulheres a se formar médica na Alemanha. Seu pai, um fazendeiro que assim como a mãe era afeito às causas liberais, foi o principal responsável por incentivá-la a realizar seu primeiro grande sonho: pilotar aviões. Não parece uma história comum para uma garota da época, certo? Mas o fato é que, com apenas 18 anos, Beate já pilotava. E bem. Tanto que durante a Segunda Guerra, já casada, voou pela Luftwaffe, a Força Aérea Alemã. Também foi durante a Segunda Guerra que veio o primeiro filho e a notícia de que o marido, que tinha sido alistado, havia morrido.

Com o fim da Guerra em 1946, sem poder mais voar, viúva e com um filho para criar sozinha, Beate viu-se obrigada a empreender. Foi vendendo produtos de porta em porta que ela começou a ouvir histórias de donas de casa, a maior parte delas relatando problemas conjugais, especialmente a dificuldade de criar filhos no ambiente econômico absolutamente hostil do pós-guerra. E veio a grande ideia: valendo-se dos ensinamentos da mãe e do ambiente de liberdade em que foi criada, o que lhe possibilitou conhecer (ao contrário da grande maioria das mulheres da sua época) métodos de contracepção e higiene sexual, Beate Uhse elaborou um livreto que ensinava às mulheres como perceber seus ciclos menstruais e períodos férteis (sim, a famosa tabelinha). Um ano depois, o “Pamphlet X” já havia vendido em torno de 32 mil cópias. Daí à oferta de outros produtos relacionados, de camisinhas a guias de aconselhamento conjugal, foi um passo. Um grande e importante passo.

Bons ventos

Festival Woodstock Revolucao Sexual anos 60

Toda grande revolução decorre de um ambiente em certa medida favorável à mudança. Seja através da mobilização ou do desejo incontido das sociedades, constrói-se o caminho para transformações de natureza política, científica, social e artística. Ao longo das décadas – e por que não dizer dos séculos – temos os nossos comportamentos moldados pelos avanços obtidos por tais mudanças, e muitas vezes sequer percebemos o quanto estamos todos sujeitos a isso. Tem a ver com a música que ouvimos, com a comida que comemos, tem a ver com a forma com que nos relacionamos uns com os outros.

No caso da sexy shop de Beate Uhse, os ventos que sopravam eram os da revolução sexual da década de 1960. Assuntos considerados banais atualmente, como o uso de pílulas anticoncepcionais e outros métodos contraceptivos, masturbação, sexo antes do casamento, nudez em público, legalização do aborto, normalização da homossexualidade e outras formas alternativas de sexualidade, para citar apenas alguns exemplos, são fenômenos que começavam a ganhar força nas sociedades ocidentais a partir daquela época.

Beate Uhse Museum

Foi nesse contexto que, em 1962, Beate Uhse ousou abrir sua primeira loja. Mas não se enganem: os “defensores da moral e dos bons costumes” estavam lá pra tentar atrapalhar (eles sempre estão). A adoção do nome “Casa de Higiene Marital” foi a forma que ela encontrou para tentar driblar a censura e operar o seu negócio, o que não a livrou de sofrer inúmeros processos judiciais, além de muita discriminação. Até o ano de 1992, contavam-se mais de 2.000 indiciamentos, geralmente associados à alegação de “induzir a sociedade a hábitos contrários à moralidade e aos bons costumes” e toda sorte de blábláblás.

Pouco mais de 3 décadas depois, o “Beate Uhse Erotic Museum” abria suas portas, em Berlim, contendo mais de 5.000 itens entre produtos, arte e literatura erótica. Em 1999, a empresa, que já registrava um faturamento anual de €250 milhões, se lançou no mercado de ações e foi recebida com entusiasmo pela comunidade financeira na Bolsa de Valores de Frankfurt. Atualmente, opera em 16 países e é considerada a maior do ramo na Europa. Beate Uhse morreu em 2001, aos 81 anos, vitimada por uma pneumonia.

Vida que segue

Moana Possi contracenando com Rocco Siffredi

Tomemos como ponto de partida a década de 1960, com sua revolução sexual e sua primeira loja de artigos eróticos. Seguiram-se as décadas e, entre as de 1970 e 1980, a pornografia, sobretudo com o advento do home vídeo, foi largamente explorada pela indústria, o que deu um novo impulso à liberdade sexual. A masturbação, as fantasias eróticas e a exploração do sexo e da nudez como forma de instigar o imaginário das pessoas tomou proporções inimagináveis até então. O sexo, explorado em suas mais diversas possibilidades, aos poucos ganhava as cabeças e os lares mundo afora – o que não significa dizer que lares e cabeças estivessem totalmente abertos.

No Brasil, especificamente, questões relacionadas à demasiada exaltação da figura masculina estiveram por muito tempo no centro das discussões. Foi somente a partir da década e 1990 que o prazer da mulher, historicamente relegado ao segundo plano, passou a ocupar de forma mais intensa o debate por aqui, pegando uma oportuna e bem-vinda carona em discussões bem mais amplas, relacionadas à igualdade de gênero, que é complexo, tem a ver com direitos humanos. Mas que muda tudo a partir daqui.

Transformar e (re)existir

Cena de sexo em monitor de tubo internet anos 90

Também foi na década de 1990 que outro advento trouxe uma mudança de hábitos sem precedentes na história. A internet chegou prometendo mudar para sempre a forma de se comunicar, acessar informação, realizar transações financeiras, produzir e distribuir conteúdo, vender e comprar de tudo. Grandes empresas e organizações apostaram todas as suas fichas no novo modelo. De eletrodomésticos a itens de museu, de investimento financeiro a doações para causas humanitárias mundo afora.

A internet cumpriu o que prometeu, aperfeiçoou sua tecnologia e segurança, abriu um novo mundo de possibilidades. Mas o que o sexyshop tem a ver com isso? Tudo. Embora já consolidada no imaginário popular, com lojas funcionando nas principais capitais brasileiras, a ideia de adentrar um sex shopping era (e ainda é) motivo de tensão pra muita gente, especialmente as mulheres. Nesse sentido, poucos negócios poderiam parecer mais promissores do que uma sex shop online. Vantagens como maior oferta de produtos e principalmente discrição, levaram milhares de pessoas a utilizarem este canal para compra de artigos voltados ao seu bem-estar sexual.

Enquanto grandes redes varejistas pisavam em ovos para testar o seu negócio na internet, no caso do sex shop esta parecia ser a única saída para alcançar volumes razoáveis de vendas, em razão da ainda incipiente atuação das lojas físicas. Mais que um simples canal de vendas, a internet surgiu para o segmento de produtos eróticos como um negócio em si, dado o potencial de alavancar vendas graças a uma característica única e imprescindível: a privacidade do cliente. Praticamente uma reinvenção do modelo tradicional do negócio.

A indústria – sempre ela –, atenta às possibilidades de um mercado extremamente potencial, tratou de financiar pesquisas e desenvolver produtos cada vez mais sofisticados, buscando atender aos anseios e exigências de consumidores cada vez mais interessados em descobrir novas maneiras de sentir e proporcionar prazer. Mulheres ganham destaque aqui, uma vez que representam em média 70% do público consumidor desse tipo de produto. Um ótimo sinal dos tempos...

O case brasileiro

Foto de acessórios da Loja do Prazer

Foi nesse contexto que, no Brasil, um jovem empresário, também empreendedor e visionário, enxergou mais longe, investiu esforços e dedicou todo o tempo e dinheiro de que dispunha para lançar mão de uma estratégia arriscada, trilhando um caminho de obstáculos e preconceitos, para lançar aquele que é considerado hoje o maior site de vendas de artigos eróticos e sensuais da América Latina.

Entusiasta da tecnologia, ávido por novidades e empreendedor por natureza, ele decidiu dedicar sua vida à nova paixão: o fascinante universo de produtos sex shop. A Loja do Prazer iniciou suas atividades em 1999, na edícula da casa onde Fabio morava com seus pais. De lá pra cá, em quase 19 anos de atuação, a marca é reconhecida pela vasta gama de itens à disposição dos clientes – mais de 15.000 produtos –, além da facilidade de compra e rapidez na entrega, premissas consideradas fundamentais por ele desde o início das atividades.

“Trabalhamos todos os dias para trazer ao Brasil produtos de qualidade a preços justos, e procuramos agregar valor à experiência dispondo de um excelente atendimento ao cliente, que vai desde o início do processo de compra até a entrega”, afirma Fabio, que costuma visitar todas as feiras do segmento no mundo em busca de novidades em produtos e serviços. Ele completa: “Consideramos que este é um mercado onde a experiência perfeita de compra é ainda mais necessária. Lidamos diariamente com o sentimento e a expectativa das pessoas, que nos confiam a sua intimidade, que depositam em nós a confiança para terem um momento de privacidade perfeito. É muito além de simplesmente sexo e comércio, está ligado à saúde. O que está em jogo é o bem-estar sexual das pessoas, e isso é levado muito a sério por nós”.

Qualquer semelhança com os nobres e primordiais objetivos da pioneira alemã não parece ser mera coincidência. Aos poucos, o país que se auto-intitula um dos mais sexies do planeta vai descobrindo que a busca por prazer sexual é legítima, sobretudo se inclui seu parceiro, tem tudo a ver com liberdade e respeito ao próximo. Nada a ver com hipocrisia, machismo egoísta, pornochanchadas e culto à bunda alheia quando, em “fevereiro, tem carnaval”.

Conheça a história em detalhes da Loja do Prazer, maior sex shop da America Latina, clicando aqui.



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Desde 1999, a Loja do Prazer é a escolha número um dos brasileiros quando o assunto é sofisticação erótica. Somos a primeira e mais renomada sex shop online do país, referência absoluta em qualidade, sigilo e inovação. Ao longo de décadas, conquistamos a confiança e o coração de quem busca viver o prazer com exclusividade e elegância. Mais do que uma loja, somos o destino de quem deseja o melhor do universo sensual, onde luxo e desejo se encontram.

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